Resenha: Os Vampiros de Morganville - Dança das Garotas Mortas | Rachel Caine


VOLUME ANTERIOR: Casa Glass

  Assim que terminei de ler Casa Glass pensei: Eu preciso ler Dança das Garotas Mortas! Comecei a ler resenhas e acabei me decepcionando já que a maioria era negativa. Alguns diziam se decepcionar com a escrita de Rachel, outros com a forma pela qual alguns acontecimentos foram escritos e até mesmo com as atitudes de Claire. Mesmo assim, minha vontade de ler o livro só aumentava e acabei comprando o livro pela Lojinha Virtual da Underworld. O livro chegou super rápido e adivinhem? Li em dois dias (teria lido em um se não tivesse que sair) e não me decepcionei. Mentira, me decepcionei sim... me decepcionei comigo mesma por não ter comprado esse livro na Bienal, pois também poderia ter ele autografado. rs


  Neste livro, Claire se mostra mais amadurecida em alguns aspectos, e tem que enfrentar os próprios medos para salvar a vida de Shane, o garoto que ela ama, de várias maneiras: do pai, que faz qualquer coisa, até "passar por cima" do próprio filho para atingir seu único objetivo que é acabar com os vampiros de Morganville, e das confusões que Shane acaba se metendo por estar no lugar errado, na hora errada. Shane é acusado de matar o vampiro Brandon e Claire tem que correr contra o tempo antes que seu amado seja morto. Claire tem poucos dias para salvar Shane, porém mesmo com poucos dias ela consegue "agitar" a cidade.

“­­­-Quem sabe? – Eve deu de ombros. – Garotos são idiotas. Era de se esperar que Shane ficasse feliz por Michael estar vivo, mas não, ou eles demonstram culpa, ou promovem a noite do amadorismo no teatro dos Reis do drama. – Ela suspirou frustrada. – Garotos. Eu me tornaria gay, se eles não fossem tão atraentes.”
  Este livro não tem tanta ação como o primeiro, mas algumas cenas (como de Claire e Shane) são de tirar o fôlego e Eve e Michael demonstram mais seus sentimentos um pelo outro. As únicas coisas que eu mudaria no seria o título, já que a dita cuja festa não é nada do que eu imaginava e acontece em poucas páginas, e o fato do Shane ficar chamando o pai de "papai" mesmo depois de apanhar dele também de tirou do sério.
“Devia ser uma questão de maturidade, mas, para ela, amadurecer era como percorrer uma estrada encoberta pela neblina. Não tinha a menor ideia de como chegar ao destino. Por outro lado, supunha que ninguém sabia realmente, que as pessoas iam simplesmente percorrendo o caminho às cegas.”
  Como no primeiro livro, terminei a leitura  com aquele gostinho de quero mais e não pude esperar para baixar o terceiro livro da série em inglês na internet. Espero que seja lançado em breve pela Under, pois me disseram que ele é melhor ainda!