[Crítica de Filme] O Preço do Amanhã (In Time)








"Time is money. Time is power"
"Tempo é dinheiro. Tempo é poder"

Lançamento BRA: 4 de novembro de 2011
Lançamento EUA: 28 de outubro de 2011
Duração: 1h 49min
Dirigido por: Andrew Niccol:
Elenco: Amanda Seyfried, Justin Timberlake, Cillian Murphy, Cillian Murphy, Olivia Wilde, Alex Pettyfer, Johnny Galecki, Matt Bomer e Vincent Kartheiser.
Gênero: Ficção científica , Suspense
Nacionalidade: EUA
Sinopse: No mundo de In Time, o tempo virou moeda. As pessoas param de envelhecer aos 25 anos. Os ricos conseguem "ganhar" décadas de uma só vez, podendo até se tornar imortais. Os outros têm de pedir esmolas, pegar emprestado ou roubar mais horas para chegar vivo até o final do dia. Ao ser falsamente acusado de ter roubado todo o "tempo" de um homem, o que teria provocado sua morte, Will Salas, morador da periferia, terá de provar a sua inocência e descobrir uma maneira de destruir o sistema.
"Live forever or die trying"'
"Viva para sempre ou morra tentando"


 O Preço do Amanhã (In Time, originalmente) é um filme de ficção científica estrelado por Justin Timberlake e Amanda Seyfried. O filme se passa muitos anos à nossa frente e nos mostra que agora, tempo é moeda. Tudo é "comprado" através do seu tempo de vida.  Cada pessoa possui o seu relógio, e já nasce com ele em sua pele, mas ele só passa a funcionar aos 25 anos e dali para frente, além da pessoa não envelhecer, a pessoa passa a pagar comida, bebida e todo o resto que é necessário através daqueles minutos, horas e anos que possuir.

 Will Salas (Justin Timberlake) perdeu seu pai quando era pequeno e agora só possui sua mãe, que acaba de completar 50 anos mas que tem suas horas contadas.  Will conhece Henry Hamilton (Matthew Bomer ), um cara misterioso que possui mais de cem anos pela frente, que já vivei 105 anos e que está sendo procurado pelos BUSCADORES e não liga, já que pensa ter vivido o bastante. Henry acaba presenteando Will com todos os seus valiosos anos sem que ele saiba, deixando somente uma mensagem onde escreve "Não desperdice meu tempo".

 Sua mãe, Rachel (Olivia Wilde) tem poucas horas de vida e não consegue se encontrar com o filho a tempo de ele lhe transferir alguns anos, por isso ele jura a ele mesmo que vai usar aquele tempo para acabar com o sistema.






  Will acaba indo para New Greenwich, um "Fuso" onde os ricos que possuem milhares de anos pela frente e podem ser considerados imortais existem. Um mulher, que até então ele não sabe que se chama Sylvia o observa e acha seu jeito curioso. As pessoas em NG andam devagar, não tem pressa para nada, já as pessoas no Gueto - onde Will mora - aprendem a andar e fazer tudo sempre rápido, por isso seu comportamento atrai atenção.



  Eles acabam se conhecendo em um Cassino, onde Will quase perde todo seu tempo para o pai de Sylvia, o rico Phelippe Weis, mas acaba ganhando bônus e sendo apresentado formalmente não só a Sylvia, como a sua mãe Michele (Bella Heathcote) e sua avó.

  A polícia acaba pensando que Will matou Henry e não acredita que um homem com tantos anos pela frente presentearia o outro sem mais nem menos, por  isso querem levá-lo preso, porém Will é mais esperto e além de fugir, leva a filha dos Weis como refém, porém eles acabam se apaixonando e lutando juntos.


  A proposta deste filme é simplesmente fantástica e não pensei duas vezes em fazer um review dele para o blog Comprei o DVD hoje, vi o filme assim que cheguei em casa e fico me perguntando aonde eu estava em 2011 quando o filme foi lançado, pois até hoje não sabia que Amanda Seyfried e Justin Timberlake tinham contracenado juntos.

  Gostei de ver atores conhecidos, mesmo que em papéis pequenos, e principalmente por a atuação de Timberlake, já que até hoje, só conhecia seu lado musical. 

 O único erro do filme pode ser, talvez, o fato de o roteirista e produtor Andrew Niccol ter se contradito em uma coisa quase imperceptível: Will quer lutar contra o sistema e os herdeiros, já que a riqueza é algo hereditário e isso se deve justamente, por ele ter herdado a sede de vingança  e a rebeldia de seu pai que morreu lutando, também, contra o sistema. Isso é algo notável, mas não me incomodou em nada.

  Acho que o romance presente no filme não atrapalhou em nada na distopia. Este é, sem dúvidas, um filme que me prendeu desde o inicio até o último segundo e que deixou com sede de mais informações, me fazendo ficar com aquela cara de "Como assim já acabou?" ao término do filme.

  Nem preciso dizer que adorei a proposta do filme. Podemos usá-lo como referência nos tempos atuais e lembrar que desperdiçamos muito tempo com acontecimentos desnecessários ou gastamos nosso dinheiro com coisas supérfluas. Uma vez vi um filme ("Sorte no Amor", estrelado por Lindsay Lohan) onde o personagem de Damon Love repetia várias e várias vez: "Tempo é dinheiro" e acho que isso se aplica perfeitamente a esse futuro apresentado em O Preço do Amanhã. Gastei 1 hora e 49 minutos de minha vida assistindo à um filme que com certeza me fará aproveitar minhas próximas valiosas horas, afinal, espero viver muito mais do que 25 anos.

>> Curiosidades:
> O filme foi primeiramente intitulado I'm.mortal - que em minha opinião, não é mais adequado que título oficial, mas é muito criativo, já que faz um jogo de palavras com "immortal" (imortal) e a frase "I'm mortal" (eu sou mortal) e posteriormente foi intitulado Now, até ter seu título oficial: In Time, que no português correto seria Em Tempo ou Há Tempo.
> O filme nasceu a partir da ideia de dar uma nova roupagem para o clássico Fuga no Século 23 (1976), transformado posteriormente no seriado de televisão Logan's Run (1977-1978).

  Confira o trailer:


Quem aí já viu o filme? Me digam se gostaram ou não :D

Comentários

  1. Já assisti esse filme e amei! O que mais me achou atenção no início foi pelos protagonista, adoro os dois, e o filme me cativou de verdade. Estou até com vontade de vê-lo de novo agora hehe.
    Bjs

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