Conheça Marina Carvalho, autora de Simplesmente Ana




Sou Marina, mineira, capricorniana, professora, jornalista, casada com Rogério Rocha, mãe de dois filhos: Hugo e João.
Passo os dias diante de um objeto plano e retangular, seja o quadro negro da escola onde trabalho ou a tela do computador. Portanto, faço o que gosto, pois escrever é uma de minhas maiores alegrias.
A leitura é importante para mim e deixo sempre bem claro que gosto de muitos gêneros, mas costumo pender para as histórias de amor. Afinal, quem não gosta de um final feliz?
Assim como os filmes "água com açúcar", os romances têm a magia de deixar o meu dia mais leve. Mas aprecio também um bom suspense, com direito a assassinatos misteriosos, além da literatura histórica, que retrata personagens do passado. Só não gosto mesmo é de autoajuda (nada contra quem curte). É que, por ser meio prática, as teorias me cansam um pouco.
Minha paixão pela leitura começou quando eu ainda era bem pequena, com as revistinhas da Turma da Mônica. Minha mãe assinava e eu ficava esperando ansiosamente pela chegada delas todos os meses. Quando as histórias em quadrinhos não eram mais suficientes, passei a ler os livros da Ediouro, e aí tive acesso à literatura. Conheci Ana Maria Moretzsohn, Pedro Bloch, Louisa May Alcott, Sulema Mendes, entre tantos autores que escreviam para um público juvenil ainda tímido, que não tinha o costume de ler por prazer.
Devorei "Como uma onda no mar", "As filhas do Dr. March", "Júlia dos sete aos dezessete", "Marina, Marina"... Ih! Já perdi a conta.
Mais tarde, lá pelos 16 anos, conheci Agatha Christie e Sidney Sheldon e os dois passaram a ser meus escritores favoritos naquela época (ela, "A rainha do mistério", ainda mais do que ele).
E foi assim. Sempre um livro debaixo dos braços e na cabeceira da cama. Meus companheiros de todas as horas.
Minha história ter sido aceita pela editora Novo Conceito foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida. E a fase pré-publicação é como uma gestação: sinto-me realizada, mas ansiosa. Nada se compara a essa sensação.






Simplesmente Ana
O que você faria se, ao acessar seu perfil no Facebook, desse de cara com a frase: “Desculpe, mas acho que sou seu pai”? Foi o que aconteceu com Ana Carina Bernardes, ou apenas Ana – como ela prefere ser chamada. Por ter passado seus vinte anos de vida acreditando que o pai nunca quis saber dela, Ana se assusta ao se deparar com essa mensagem inusitada.
Curiosa, a estudante de direito de Belo Horizonte recorre ao Google para descobrir quem é o homem que a procurou. Mas a pesquisa revela não apenas o nome dele, como a sua origem: Andrej Markov, cidadão de um país exótico chamado Krósvia, onde ocupa um cargo bastante incomum.
Chocada com a revelação, Ana aceita conversar pessoalmente com o suposto pai para tirar a história a limpo. E logo no primeiro encontro percebe a veracidade da versão dele: nunca soube da existência da filha porque Olívia, a mãe de Ana, terminou o namoro com Andrej sem jamais mencionar a gravidez.
Agora Andrej Marcov quer recuperar o tempo perdido e, de repente, Ana se transforma numa pessoa bastante popular, além de queridinha do papai. Com o propósito de conhecer suas origens paternas, Ana aceita passar seis meses em Krósvia, mesmo não sabendo falar uma só palavra em krosvi e tentando se familiarizar com costumes muito diferentes dos seus.
Para complicar mais um pouco, o charmoso e volúvel Alexander Jankowski, enteado de Andrej, resolve marcar presença constante no processo de adaptação de Ana e também no coração dela.
Com uma dose sutil de humor, Ana narra seu conto de fadas moderno, cheio de reviravoltas, mistérios e, acima de tudo, romance.


O garoto da mochila xadrez (ainda não publicado)

Rafaela Vilas Boas, quando criança, conheceu um garoto em Iriri, no Espírito Santo, do qual nunca mais se esqueceu. Embora jamais tenham conversado, a imagem do menino carregando sua mochila xadrez ainda é vívida na memória da garota, que sempre sonhou em ser uma jornalista de sucesso.
Para atingir esse objetivo, dedica-se ao máximo ao curso de jornalismo, sendo considerada pelos professores uma aluna exemplar. Nas horas de sossego, mantém um diário onde registra seus pensamentos a respeito do Garoto da Mochila Xadrez.
O ápice de seus estudos se dá quando a estudante de 21 anos consegue um estágio na editoria de jornalismo investigativo da Folha de Minas, o maior jornal de Minas Gerais e terceiro do país. Empolgada com a oportunidade, Rafaela pretende se esforçar bastante para fazer valer a confiança depositada nela: o editor-geral do veículo de comunicação quer que a garota seja a “sombra” de Bernardo Venturini, simplesmente a estrela da redação – e o sujeito mais mal-humorado da face da Terra, na opinião da própria Rafaela.
O gênio da dupla não bate. Sem a menor afinidade, os dois se envolvem num perigoso – e cômico – embate pessoal, o que gera uma disputa que pode levá-los a terrenos nunca antes visitados.
Enquanto parceiros de profissão, Rafaela e Bernardo vão viver situações no mínimo inusitadas em busca do tão difundido “furo jornalístico”. E, de brinde, acabarão se deparando com outras surpresas.
Paralelamente, lembranças do Garoto prometem rechear a história dessa heroína às avessas de muito mistério e poesia.

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Obrigada mais uma vez pela oportunidade Marina, e leitores, aguardem: teremos promoções e novidades em breve!