[Resenha] O Código da Vinci | Dan Brown


Título: O Código da Vinci
Título Original: The Da Vinci Code
Autor: Dan Brown
ISBN: 8575421131
Editora: Arqueiro
Número de Páginas: 423
Gênero: Thriller Policial
Sinopse: Um assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como membros Leonardo da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton.Momentos antes de morrer, Saunière consegue deixar uma mensagem cifrada na cena do crime que apenas sua neta, a criptógrafa francesa Sophie Neveu, e Robert Langdon, um famoso simbologista de Harvard, podem desvendar.Os dois transformam-se em suspeitos e em detetives enquanto percorrem as ruas de Paris e de Londres tentando decifrar um intricado quebra-cabeças que pode lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica.Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental - da natureza do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal.Mesclando com perfeição os ingredientes de uma envolvente história de suspense com informações sobre obras de arte, documentos e rituais secretos, Dan Brown consagrou-se como um dos autores mais brilhantes da atualidade. 'O Código Da Vinci' prende o leitor da primeira à última página.

 Apenas quatro pessoas no mundo sabem onde está o mapa que revela a localização do maior segredo do Priorado de Sião. Entretanto, quando os quatros únicos membros do Priorado detentores da localização do mapa são assassinados, o segredo que poderia mudar a história da religião se vê ameaçado a se perder para sempre.

 Bem, o início do livro lembra bastante O Símbolo Perdido, (Já que eu li o Símbolo antes) com a história da existência de um mapa que revelaria o maior segredo de uma antiga Fraternidade. A diferença é que nesse livro não há nada que possa criar “ordem a partir do caos” e nem segredos da maçonaria.

 O livro se inicia na Grande Galeria do Museu do Louvre, em Paris, com o assassinato de seu curador e atual Grão-Mestre do Priorado de Sião, Jacques Saunière, após confirmar ao assassino – um monge albino pertencente ao Opus Dei – a existência da clef de voûte, uma legendária pedra chave que revelaria os mistérios por trás do Santo Graal.

 Mas antes de morrer com uma bala no estômago e apenas 15 minutos de vida, Saunière transforma a cena do crime em um verdadeiro símbolo gigante. Deitado no chão como O Homem Vitruviano, de Da Vinci, acaba atraindo até ele sua neta Sophie Neveu, uma criptóloga da Polícia Judiciária Francesa, que com a ajuda do simbologista e professor de Harvard, Robert Langdon, deveriam desvendar o último desejo de Saunière: evitar que o segredo do Priorado se perdesse para sempre.

 O que Robert não sabia, na verdade, era que Bezu Fache, o Diretor da Polícia Judiciária, o mandou à cena do crime por uma razão: Devido a um erro de interpretação, por assim dizer, Langdon havia se tornado o principal suspeito pelo assassinato de Saunière.
 Com a ajuda da agente Neveu – que sabia da inocência de Langdon – e enquanto fogem de Fache, do Opus Dei e da Polícia, Robert e Sophie acabam vendo-se em uma aventura atrás da pedra chave que mudaria a história da religião para sempre.

 A história que envolve cavaleiros, sociedades secretas, símbolos, verdades e absurdos é uma das melhores que já li. Não tem como ler e não querer ter um avô como Saunière, com seus enigmas e mistérios, ou querer assistir a uma palestra do professor Langdon, que sabe praticamente tudo quando o assunto é simbologia.

 A sensação de se estar em uma aula de história é bem marcante, já que o autor traz isso pro livro de uma maneira leve e, ainda assim, completa, o que faz com que a história do livro fique rica em conteúdo e não fiquei maçante. Isso sem falar que o ponto de vista abordado no livro a respeito da religião é totalmente novo, e o leitor fica em um dilema de “o que é fato e o que é literário?”, que faz com que entremos de cabeça na história.

 Por ser muito bom, o livro (Que já vendeu mais de 80 milhões de cópias) consegue te prender do início ao fim. Os capítulos curtos e os cortes propositais nas cenas te fazem querer devorar o livro cada vez mais rápido para saber o que vai acontecer. Sem falar que a leitura flui muito bem, já que embora o autor não detalhe muito o livro inteiro, ainda é possível transportar o leitor para dentro do Louvre. Super recomendo.

 Gabriel Ribeiro

Comentários

  1. Eu li O Código da Vinci na época em que virou febre =)
    Tenho o livro até hoje e adoro a forma como Dan Brown escreve.
    Adorei a resenha

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    1. Oi Lissandro! Fui ler os livros do Dan Brown no final do ano passado... Comecei com o Símbolo Perdido e não consegui parar. Em questão de dias já tinha lido cinco livros dele hahaha
      Que bom que gostou da resenha!
      Um abraço!

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  2. Nunca li esse livro e nunca nem me interessei, mas essa resenha me deixou até curiosa. E olha que várias pessoas me falaram do livro e eu nunca quis ler mesmo. Parabéns pela ótima resenha, Gabriel!

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    1. Muito obrigado, Simone! Fico feliz que tenha gostado da resenha e, principalmente, que tenha se interessado pelo livro. Eu também ouvi muita gente dizer "nossa você precisa ler o código da vinci" e "esse livro é a sua cara", mas demorei para ler, também. Hoje em dia é, sem dúvida, um dos meus favoritos, e espero que se torne um dos seus também!

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  3. Aiii, abandonei esse livro depois do 3ª parágrafo hahahahah
    Eu sei, eu sei! Vou dar outra chance para o livro, acho que na época que li fiquei com preguiça de começar, ele parecia muito grande, mas agora ele não me intimida mais ;)
    Tudo que Motiva

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    1. Olha, o primeiro contato visual que tive com o livro não foi dos melhores... Também me pareceu grande e complexo, mas depois de ler algumas poucas páginas eu não consegui ler outra coisa! Inclusive comprei uns cinco exemplares para presentear meus amigos (que ficaram viciados também) hahahah
      Tenta dar uma segunda chance e me conta o que achou.

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