[Crítica] A Bela e a Fera (2017) | Beauty and the Beast


Título: A Bela e a Fera
Título original: Beauty and the Beast
Baseado em: A Bela e a Fera (1991) 
Diretor: Bill Condon
Elenco: Emma Watson, Dan Stevens, Luke Evans, Kevin Kline, Josh Gad, Ewan McGregor, Emma Thompson, Audra McDonald, Stanley Tucci e Gugu Mbatha-Raw
Distribuição: Disney / Buena Vista
Sinopse: Moradora de uma pequena aldeia francesa, Bela (Emma Watson) tem o pai capturado pela Fera (Dan Stevens) e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade dele. No castelo, ela conhece objetos mágicos e descobre que a Fera é, na verdade, um príncipe que precisa de amor para voltar à forma humana. 
"As pessoas dizem qualquer coisa com raiva. Cabe a nós dar ouvidos ou não."
 A Bela e a Fera de 1991, da Disney, pode ser uma adaptação muito conhecida que marcou a infância de inúmeras crianças, porém o conto de fadas, escrito originalmente por Gabrielle-Suzanne Barbot, mostra que essa é uma história que marca gerações. Não apenas por isso, uma grande expectativa foi criada para o live action dirigido por Bill Condon e estrelado por Emma Watson e Dan Stevens.

 A Bela e a Fera de 2017 pode trazer muitas mudanças, entretanto todas possuem um motivo e, principalmente, estão ali para mostrar as causas das consequências que conhecemos anteriormente. O movimento da câmera valoriza os detalhes e aperfeiçoa a fantasia, de modo que tudo parece ainda mais deslumbrante no 3D. Apesar de o efeito na mão de Emma Watson, que interpreta a protagonista Bela, ficar muito evidente e a falta de expressão nos objetos também seja notável em algumas cenas, esses são apenas detalhes que podem passar despercebidos no meio de tanta magia.

 As atuações não deixam a desejar, porém Emma Watson parece apresentar uma Bela completamente nova, ao mesmo tempo em que se aprofunda na personalidade da personagem que já conhecemos. É possível esquecer que é Dan Stevens que interpreta a Fera, uma vez que efeitos são usados para dar vida a este personagem ao invés de maquiagem, mas um grande destaque é Josh Gad, que interpreta um LeFou mais divertido e presente a cada cena.

 O live action de A Bela e a Fera não busca substituir a animação. O objetivo parece ser reforçar os sentimentos já conhecidos do público e permitir que os fãs conheçam a verdadeira história de cada personagem, se aprofundando em eus passados e relações. Sem dúvidas um filme que vale a pena e um remake que conquista mais a cada cena.

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