Dica de leitura | Vidas à Deriva, de Tami Oldham Ashcraft com Susea McGearhart

Tami e Richard, que se conheceram e se apaixonaram em uma marina no paradisíaco Taiti, viveram uma intensa história de amor até o destino interferir nesse verdadeiro sonho e lhes pregar uma peça. O que era para ser uma viagem tranquila e romântica, se transforma em desespero após a passagem do inesperado furacão Raymond. Vidas à deriva é uma história real sobre a força de uma mulher que, além de enfrentar a morte de perto, passou quarenta e um dias em alto mar suportando a fúria da natureza. Tami, ao compartilhar sua história, nos faz lembrar que, mesmo nos momentos mais sombrios, não estamos sozinhos.
Não-ficção | Memórias | Drama | 272 páginas | Astral Cultural | 2018 | AmazonSkoob
Navegantes não ficam muito tempo em um lugar — eles seguem viagem.
 A sinopse de "Vidas à Deriva" parece ser daquelas que adiantam bastante da história — o trailer do filme também. Mas essa não é uma história comum. Tanto no livro, quanto no filme, somos transportados para Taiti, onde dois apaixonados aceitam uma proposta para velejar do Taiti para a Califórnia. A viagem que deveria ser tranquila e tinha tudo para aproximá-los ainda mais acaba se tornando um pesadelo graças ao furação Raymond, que muda a rota de Tami e Richard, assim como suas vidas. 
Velejar é isso mesmo, não é?, pensei. Aventura. Mergulhar de cabeça.
 A narrativa é uma das escolhas mais acertadas em "Vidas à Deriva". No livro, o tom de conversa na narrativa de Tami Oldham Ashcraft torna o relato ainda mais real e proveitoso. No filme, as cenas do casal no barco intercaladas com os flashbacks, fazem o envolvimento com os protagonistas ser maior. 
 O livro e o filme são o tema do vídeo de hoje no canal. Não deixe de conferir
Ou clique aqui e assista diretamente no YouTube.

Quotes favoritos:
— Não tem muita coisa pra dar errado, agora.
— Nós vamos ficar bem,. Vamos ficar bem, meu amor — falei, tentando convencer a nós dois.
Meu coração foi capturado - anzol, linha e peso.
Você consegue fazer tudo que decidir — insistiu A Voz.
Descobrir água foi um grande momento de virada. Eu sabia que ia viver, mas, melhor ainda, sentia vontade de viver. Um peso tremendo tinha sido removido.
Você queria não ter tido esses bons tempos?— Eu não os trocaria por nada.
Então curta as lembranças.
É Deus quem decide? São nossas ações na Terra que decidem?
Por que eu ia vver? O que eu faria agora com o resto na minha vida?
— Estou com muito medo.
Eu sei que está. E tem todo direito.
Você tem que acreditar em si mesma.
Ter que reviver tudo várias vezes era torturante, mas também curava.
Durante quarenta e um dias no oceano, tentei entender o que tinha acontecido com você — conosco. A única coisa que consegui descobrir é que estávamos apaixonados. Simples assim. Nada aconteceu conosco, exceto um amor louco e apaixonado.
Acredito que foi destino - vontade de Deus — o fato de eu ter sido poupada. [...] Acredito que Deus realmente trabalha "de maneiras misteriosas". Essa é a minha crença - o curso pelo qual navego minha vida.
— A vida é como velejar, meu amor. É contra o vento e a favor do vento.

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